
Hoje no a historia não se repete, agente vai fala sobre Bezerra da Silva, um dos ícones da malandragem carioca, nascido em Pernambuco no Recife. É...o Bezerra nasceu no nordeste, no dia 23 de fevereiro de 1927 . Ele foi para Rio de Janeiro por causa do seu pai, que era da marinha mercante e tinha abandonado a família lá no nordeste. Acontece que o Bezerra entrou em atritos com o pai dele la no Rio e foi morar sozinho, mais especificamente no morro do Cantagalo, e foi por la que ele conheceu a chamada malandragem carioca. La no Cantagalo, ele viro percussionista de um bloco de carnaval e pode desenvolver essa vontade que ele sempre teve, a de ser musico, acontece que depois disso, o Bezerra teve uma fase negra, viveu como mendigo durante sete anos, perambulando ali pelas ruas de Copacabana, foi então que ele tentou suicídio e, segundo ele mesmo, foi salvo por um Santo de Umbanda, alias a relação do musico com a religião foi muito loca, porque depois deste fato, ele passou a ser praticante da Umbanda, mas depois de um tempo ele entro para igreja evangélica, tudo a vê né... Mas foi i o malandro entro no eixo e passo a atua de compositor, instrumentista e cantor, ele lanço o seu primeiro compacto, uma espécie de demo da época, em 1969 e seis anos depois ele lanço o seu primeiro LP.
No começo ele não teve muito sucesso, mas depois da série de três CDs intitulada PARTIDO ALTO NOTA DEZ, ele começou a achar seu publico. Bezerra criou sua identidade cantando a realidade do morro, abordando temas como malandragem, ladroagem e o tema que propiciou a Bezerra uma grande identificação com o publico jovem, a maconha. A verdade é que o cara já era GANGSTA antes dos gringos...
Em seus trinta anos de carreira, Bezerra lançou 32 CDs e cantou com diversos nomes da musica brasileira, como Barão Vermelho, O Rappa e Planet Hemp entre outros. Vale a pena ressalta também, o CD lançado por ele em 1995, com os parceiros, Moreira e Dicró, esse CD foi denominado os três malandros, numa sátira aos três tenores da musica clássica. O sangue bom Bezerra da Silva partiu em 17 de janeiro de 2005, vitima de falência múltipla dos órgãos, na época novamente praticante da igreja evangélica, mas sem deixar de falar de malandragem pobreza e maconha.
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